| O cais da vida |
Minha noite,
este cais,
este barco à deriva,
esta âncora
levantada ao vento,
vela em sopro lento.
Minha noite
turbulenta
lenta turva
interminada.
Minha noite
em vigilância
ânsia
de dourar o infinito,
de tocar a claridade, baixar âncora.
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Valdenides Dias
Valdenides é poeta e professora. Leia mais em literaturapravaler.blogspot.com |
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