01/11/2017

Empregados cobram garantias em negociação sobre Saúde-Caixa



Nesta quarta-feira(1), a Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE-Caixa) enviou cobrança de garantias aos empregados na área de assistência à saúde. No dia 26 de outubro, durante a negociação da mesa permanente, a empresa anunciou que está empenhada em mudar o modelo de custeio do Saúde Caixa. Para isso, poderá, inclusive, alterar o estatuto da empresa, estabelecendo um teto de 6,5% da folha de pagamento anual como limitador para despesas com o plano.

Contudo, contemplada pelo Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), cuja vigência vai até 31 de agosto de 2018, a regra de custeio do Saúde Caixa prevê que os procedimentos assistenciais sejam custeados em 70% pelo banco e 30% pelo conjunto dos trabalhadores. 

A reunião com a direção da Caixa está marcada para a próxima quarta-feira (8), em São Paulo. Para a agenda, os representantes dos empregados devem ratificar as garantias aos trabalhadores, como assegurar o não aumento do Saúde Caixa e manter o modelo de custeio, conselho de usuários deliberativo, Grupo de Trabalho entre Caixa e empregados para debater solução ao contencioso, Incorporação das Funções, assinatura do Termo de Compromisso, garantia de emprego e discussão dos superavit com melhoria do plano.

Ainda estão em pauta questões remetidas pelos sindicatos, tais como o Porte para G3 e G4, efetivação da ajuda de custo para os gerentes de canais e Vale-Cultura, mesmo sem a isenção fiscal por parte do governo federal.

A CEE/Caixa apresentou a proposta para o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), que debateu o assunto, em reunião realizada nesta terça-feira (31).



Presente na ocasião, a presidenta do Sindicato dos Bancários de Pernambuco, Suzineide Rodrigues, se posiciona. “A proposta da direção do banco de proceder severas alterações unilaterais no estatuto está vinculada ao processo de desmonte do da empresa pública tendo em vista sua privatização. Não aceitaremos nada que represente perdas para os trabalhadores. Mediante esta condição, estamos dispostos à negociação como um caminho para garantir direitos e evitar prejuízos para os empregados”, afirmou.

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